sábado, 29 de agosto de 2015



Prepare-se para a marca da besta

Prepare-se para a marca da besta

terça-feira, 25 de agosto de 2015



O Rei vem Vindo!!!

O Rei vem Vindo!!!

O Papa e o Sábado

O Papa e o Sábado


Rato Gafanhoto

Rato Gafanhoto

sexta-feira, 21 de agosto de 2015



Amigos existe uma opção de ((legenda)) no próprio vídeo do youtube em português caso não consigam entender no inglês.

Que a graça de Deus estejam com Todos nós, porque não se voltar para Jesus nesse momento único da história da Terra.

Vejam também:
http://apocalipseconvergencia.blogspot.com.br/2015/07/doug-batchelor-apocalipse-noiva-besta.html

Apocalipse; A noiva, A Besta e Babilônia. Pr. Doug Batchelor - PT



Um grande Abs,
Nelson

Pope's New Sunday Keeping Appeal



Sinais da Volta de Jesus

Sinais da Volta de Jesus



Os 144,000 mil selados

Os 144,000 mil selados


A Nova Jerusalem

A Nova Jerusalem




A Nova Terra

A Nova Terra



Como estudar as profecias

Como estudar as profecias

quinta-feira, 20 de agosto de 2015



Pregação Bíblica

Pregação Bíblica



Testemunho Fervoroso

Testemunho Fervoroso



O Livro

O Livro

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Pioneiros da Igreja Adventista do Sétimo Dia


Pioneiros da Igreja Adventista do Sétimo Dia

William Miller (1782-1849)

William Miller
William Miller
Guilherme Miller teve uma forte formação religiosa, mas associou-se a companhias “erradas”. Seus amigos deixaram a Bíblia de lado e tinham vagas ideias acerca de Deus e Sua personalidade. Aos 34 anos de idade, Miller ficou insatisfeito com suas ideias. O Espírito Santo impressionou seu coração e ele dedicou-se ao estudo da Palavra de Deus. Em Cristo, Miller encontrou a resposta para todas as suas necessidades. Seu estudo o conduziu às grandes profecias que apontavam para o primeiro e segundo advento de nosso Senhor. As profecias com relação a tempo o interessavam, especialmente as profecias de Daniel e do Apocalipse.
No ano de 1818, como resultado de seu estudo das profecias de Daniel 8 e 9, Miller chegou à conclusão de que Cristo voltaria em algum momento durante os anos de 1843 ou 1844. Ele hesitou até 1831, antes que começasse a anunciar suas descobertas. O início do movimento Adventista na América do Norte pode ser marcado a partir da primeira pregação pública de Miller. Nos meses e anos que se seguiram, cerca de 100.000 pessoas passaram a crer na iminência da segunda vinda de Cristo.
Miller viveu por vários anos após o grande desapontamento de 1844. Dormiu em Cristo em 1849. Uma pequena capela encontra-se próxima a sua residência em Low Hampton, Nova Iorque, construída por Miller antes de morrer. Apesar dos equívocos a respeito do evento estava para acontecer em 1844, Deus o usou para despertar o mundo para a proximidade do fim e preparar os pecadores para o tempo do juízo.

Joseph Bates (1792-1872)

Joseph Bates
Joseph Bates
Aos 15 anos de idade, Joseph Bates “embarcou” em um navio comercial. Durante os 21 anos subsequentes, viveu a vida de marinheiro e capitão de navio. Bates voltou a viver uma vida normal em 1828, com uma pequena fortuna. Durante o Despertamento Adventista, o capitão de navio aposentado tornou-se um respeitado evangelista e líder espiritual entre os Adventistas.
No começo 1845, Bates foi providencialmente guiado a uma compreensão da verdade a respeito do Sábado do sétimo dia, e, em 1846, publicou um panfleto de 48 páginas sobre o assunto. O respeitado capitão era o membro mais idoso de nossa igreja pioneira, e tornou-se o primeiro presidente da Associação Adventista do Sétimo Dia local (Michigan, 1861). Ele viveu até os 80 anos. Um dos motivos pelos quais tinha tanta resistência física, a despeito de muitos sacrifícios, era sua maneira simples de alimentação e hábitos temperantes. Bates organizou as primeiras Sociedades de Temperança nos EUA (os membros tomavam um voto de não fazerem uso de bebidas alcoólicas). Bates era um homem muito espiritual, com visão bem definida e a coragem de um leão. Não hesitou fazer sacrifícios quando surgia alguma necessidade.

Hiram Edson (1806-1882)

Hiram Edson
Hiram Edson
Hiram Edson nasceu em 30 de dezembro de 1806, no Condado de Jefferson, em Nova Iorque. Era um fazendeiro Metodista; contudo, pouco se sabe sobre ele, sua família ou vida, antes de tornar-se um seguidor da mensagem Milerita do advento. Em 1843, o Milerismo estava crescendo rapidamente, mas pouco havia sido feito na parte central do estado de Nova Iorque antes do verão de 1843. Uma reunião campal que utilizou a “grande tenda” foi marcada para ter início em 23 de junho de 1843, em Rochester, Nova Iorque, a cerca de 50 km de Port Gibson, onde Edson residia.
Sua filha, Viah Ophelia, disse que ela nasceu aproximadamente na época que seus pais aceitaram a doutrina adventista pregada por Miller. É seguro concluir que eles assistiram algumas daquelas reuniões que aconteceram na grande tenda durante o verão de 1843, e que, durante a parte final de novembro, quando Miller passou dez dias em Rochester, eles o ouviram pregar sua convincente mensagem. Considerando todos esses fatos, podemos calcular que a conversão de Edson tenha ocorrido durante o ano de 1843.
A casa de Edson era frequentemente um local de reuniões públicas para o pequeno grupo de crentes no advento que ali viviam. Alguns relatos da história dizem que o grupo se reuniu ali no dia 22 de outubro de 1844, para aguardar o aparecimento de Cristo em glória. Edson declarou que vários crentes se haviam reunido em seu celeiro na madrugada do dia 23 de outubro de 1844, os quais oravam pedindo que “Deus não os desertasse … nessa hora de aflição …”
Naquela mesma manhã, Edson recebeu a revelação sobre a obra de Cristo no santuário celestial que explicava o desapontamento — Jesus tinha uma obra de purificação a efetuar no lugar santíssimo antes de retornar em poder e glória. Edson foi direcionado a compreender que a experiência dos Mileritas era um cumprimento da profecia de João em Apocalipse 10:9: “certamente, ele será amargo ao teu estômago, mas, na tua boca, doce como mel.”
Ele realizou uma conferência sobre o tema do santuário em Port Gibson, possivelmente no outono de 1846. Tanto Tiago White como Joseph Bates planejaram assisti-la, mas apenas Bates pôde estar ali. Ele foi convidado a pregar na conferência, e aproveitou a oportunidade para compartilhar as novas do Sábado. “Edson já havia discutido o assunto do Sábado com seus amigos antes que Bates o abordasse sobre a questão … Edson declarou [em seu manuscrito] que devido a ‘minha compreensão acerca da abertura do tabernáculo do testemunho no céu, e que foi vista a arca de seu testemunho [Ap. 11:19], e das poucas linhas que eu havia visto escritas por T. M. Preble, eu já estava considerando o assunto do Sábado do sétimo dia.’” “Assim que a leitura terminou, o irmão Edson se levantou e disse: ‘Irmão Bates, isso é a luz e a verdade! O sétimo dia é o Sábado, e eu vou guardá-lo com você!’” Bates, semelhantemente, aprofundou-se e aceitou a doutrina do santuário durante esta conferência.

Ellen White (1827-1915)

Ellen G. White
Ellen G. White
Ellen Harmon nasceu em Gorham, Maine, em 1827. Em 1840, ela e sua família ouviram William Miller pregar pela primeira vez. Sua conversão ocorreu em uma reunião campal metodista naquele mesmo ano, e foi batizada dois anos depois.
Em dezembro de 1844, Ellen recebeu sua primeira visão, a respeito das viagens do povo do advento para a cidade de Deus. O Senhor a chamou para um ministério, que duraria toda a sua vida, de ser Sua mensageira. Ela conheceu Tiago White em fevereiro de 1845, e os dois se casaram em agosto de 1846.
Os primeiros anos de seu casamento foram marcados pela pobreza, trabalho duro e saúde debilitada. Em 1849, em resposta a uma mensagem de Deus que Ellen lhe transmitiu, Tiago White iniciou uma obra de publicações, começando com o periódico A Verdade Presente.
Além de mensagens pessoais dadas por meio dela a pessoas específicas, Ellen White recebeu visões e sonhos delineando as verdades bíblicas para o nosso tempo. Escreveu extensivamente sobre temas tão variados como: o grande conflito entre Cristo e Satanás, vida saudável, métodos adequados de educação, e relações familiares dirigidas por Deus. Por meio destas mensagens, os crentes foram levados a fundar escolas, hospitais e editoras.
A maior parte de seu legado foi escrito durante as três últimas décadas de sua vida. Durante estes anos ela trabalhou, especialmente com outras pessoas, a fim de trazer para a igreja a mensagem da justificação pela fé, num cenário de fim dos tempos, esforçando-se, então, para conter os danos que se seguiram quando esta verdade foi rejeitada.
Ellen White passou os últimos anos de sua vida na Califórnia. Em tempos de apostasia e fogos do juízo, o Senhor continuou a falar por meio dela até o fim, guiando, reprovando, instruindo a igreja remanescente, sempre apontando o pecador a Jesus e a Sua cruz, proclamando, em tons de clarim, que se preparassem para o encontro do Senhor.

Tiago White (1821-1881)

James S. White
James S. White
Em sua juventude, Tiago White foi professor de escola. Posteriormente, tornou-se um ministro do evangelho no estado do Maine. Aceitou as ideias de Guilherme Miller sobre a segunda vinda e teve muito êxito na pregação da doutrina da breve vinda do Salvador.
Ele era um executivo talentoso e capaz, líder missionário e poderoso evangelista. Não apenas tomou parte, juntamente com Guilherme Miller, Joseph Bates e dezenas de outros pregadores, no anúncio da vinda de nosso Senhor durante a década de 1840, mas sobreviveu ao movimento milerita, tornando-se o primeiro grande apóstolo da causa Adventista do Sétimo Dia.
Tiago White foi o publicador do primeiro periódico emitido por Adventistas do Sétimo Dia: o Present Truth (1849); foi também o primeiro editor da Review and Herald (1850), do Youth’s Instructor (1852), e da Signs of the Times (1874). Foi presidente da Associação Geral nos anos de 1865-1867, 1869-1871 e 1874-1880.
Se houve alguém que pode ser considerado o fundador da Casa Editora Review and Herald, esse foi Tiago White, juntamente com sua esposa, Ellen White. Ele patrocinou e promoveu a Casa Editora Pacific Press.
Morreu no dia 6 de agosto de 1881, com apenas 60 anos de idade. Literalmente se matou de trabalhar. Os irmãos dependiam tanto dele que sua elevada fortaleza ruiu. Seus sessenta anos de vida foram gastos de maneira abnegada e sem interesses próprios. Nenhum outro ministro Adventista do Sétimo Dia trabalhou mais do que ele no sentido de estabelecer princípios elevados e eficiência na vida de nossas igrejas e instituições.

John Andrews (1829-1883)

J. N. Andrews
J. N. Andrews
J. N. Andrews foi um estudioso que gostava muito mais de “estudar severamente” do que de fazer atividade física. Esteve intimamente associado com Tiago e Ellen White na liderança da Igreja Adventista e em sua obra evangelística.
Como teólogo, Andrews fez grandes avanços no desenvolvimento das doutrinas da igreja. Fez a aplicação da besta de dois chifres de Apocalipse 13 aos Estados Unidos da América. Além disso, foi influente na criação dos estatutos e constituição da igreja. Em 1855, após extensa investigação, Andrews adotou o pôr-do-sol de sexta-feira à tarde como o início do sábado. Isso deu início a um modelo para a igreja. Ele também organizou a igreja como uma Associação Organizacional Jurídica, permitindo à igreja obter posse legal de propriedades. Durante a Guerra Civil, Andrews fez lobby para que os adventistas alistados pudessem obter designação de não-combatentes.
Em 1860, ele envolveu-se na organização da casa editora da denominação nos EUA. No ano seguinte, publicou sua extensa pesquisa, intitulada: História do Sábado e do Primeiro Dia da Semana. Esta obra representava uma revisão do Sábado do sétimo dia na história. Entre 1869-1870, Andrews foi o editor da Review and Herald.
Em 1874, ele tornou-se o primeiro missionário Adventista do Sétimo Dia na Suíça. Empenhou-se em reunir os grupos espalhados de guardadores do Sábado, e em organizá-los com uma mensagem organizada. Enquanto vivia em Basileia, na Suíça, contraiu tuberculose e morreu aos 54 anos de idade.

John Byington (1798-1887)

John Byington
John Byington
John Byington nasceu em Vermont, filho de um pregador Metodista que havia servido como soldado no exército Revolucionário, que lutou pela independência Americana da Inglaterra. John foi batizado na Igreja Metodista aos 17 anos de idade. Pouco depois, recebeu uma licença para pregar como pregador leigo.
Após mudar-se para o estado de Nova Iorque, ajudou a construir uma casa de culto para a Igreja Metodista por volta de 1837 em Buck’s Bridge. Envolveu-se profundamente com o movimento da anti-escravatura, que eventualmente levou a um cisma na Igreja Metodista. John uniu-se à Igreja Metodista Wesleyana, e auxiliou a erigir o prédio da igreja, bem como a casa pastoral em Morley.
Em 1844, John assistiu a sermões sobre a iminente vinda de Cristo, e começou a estudar as profecias. Em 1852, H. W. Lawrence deu-lhe uma cópia da Review and Herald, contendo artigos sobre o Sábado do sétimo dia. Ele aceitou a verdade do Sábado antes que terminasse o ano, e foi batizado. Ajudou a construir a primeira igreja Adventista guardadora do Sábado construída para esse propósito. Tiago e Ellen White convidaram a família Byington para mudar para Battle Creek em 1858. John comprou uma fazenda ali por perto, e, de lá, viajava para ministrar aos crentes dispersos. Em 1863, com a idade de 65, aceitou ser o primeiro presidente da recém-organizada Igreja Adventista do Sétimo Dia. Trabalhou como um verdadeiro pastor durante seu mandato. Então, retornou a sua fazenda, mas continuou a visitação aos membros por todo o estado de Michigan nos 22 anos subsequentes. “Eu preciso alimentar os cordeiros do rebanho,” escreveu.

John Loughborough (1832-1924)

J. N. Loughborough
J. N. Loughborough
J. N. Loughborough tornou-se um Adventista guardador do Sábado como resultado da obra de J. N. Andrews. Começou imediatamente a pregar e foi ordenado em 1854. Haskell, juntamente com D. T. Bordeau, foram nossos primeiros missionários, enviados à Califórnia em 1868. Em 1878, foi enviado à Europa. Por algum tempo ele foi presidente da Associação do estado do Illinois. Foi o primeiro historiador da denominação, e escreveu os seguintes livros: The Rise and Progress of Seventh-day Adventists [O Surgimento e Progresso dos Adventistas do Sétimo Dia] e The Great Second Advent Movement [O Grande Movimento do Segundo Advento].
Assim como aconteceu com a maioria dos líderes iniciais do movimento Adventista, Loughborough tinha um grande interesse na obra de publicações. Ele e Tiago White discutiam formas e meios de avançar a obra do evangelho. Foi sugerido que se, juntamente com a obra de pregações, fossem oferecidos livros ao público, o povo estaria disposto a pagar uma pequena soma por eles. Assim, o caminho estaria preparado para que mais literatura fosse produzida. O jovem Loughborough experimentou esse método e isso foi um sucesso.
Loughborough foi seguramente um grande pioneiro, cedendo seus muitos talentos ao desenvolvimento da obra onde quer que houvesse uma necessidade.
O pastor Loughborough foi obediente à visão celestial, e Deus o usou de forma poderosa para aumentar o interesse de Sua causa. Loughborough passou seus últimos anos no Sanatório de Santa Helena, onde faleceu pacificamente no dia 7 de Abril de 1924, na avançada idade de 92.

Rachel Oakes Preston (1809-1868)

Rachel Oakes Preston
Rachel Oakes Preston
Rachel nasceu em Vernon, Vermont. Uniu-se à igreja Metodista, e posteriormente à igreja Batista do Sétimo Dia de Verona, Nova Iorque. Mediante seus esforços, um grupo de adventistas enxergou a importância do sábado e passou a observar o sétimo dia da semana. Como resultado disso, José Bates, Tiago White e Ellen White aceitaram o Sábado do sétimo dia. O modo pelo qual Rachel apresentou o sábado à comunidade que posteriormente se tornaria a primeira congregação adventista sabatista é como se segue:
Certo domingo, durante a santa ceia na igreja dos “irmãos cristãos”, o Pr. Frederick Wheeler afirmou que todos os que dizem manter comunhão com Cristo num serviço como este “deveriam estar prontos a obedecer a Deus e guardar Seus mandamentos em todas as coisas”. Posteriormente Rachel Oakes lhe disse que ela quase se levantou durante a ceia e lhe disse que pusesse de volta a mesa da ceia e a toalha até que ele estivesse disposto a guardar todos os mandamentos de Deus, incluindo o quarto. Esse evento fez com que Wheeler desse séria consideração e estudo ao tema. Não muito depois de março de 1844 ele começou a guardar o sábado do sétimo dia. Após a “passagem do tempo” em 1844, durante um culto dominical na igreja de Washington, William Farnsworth declarou publicamente estar convencido de que o sétimo dia da semana era o sábado e que havia decidido guardá-lo. Vários outros seguiram seu exemplo. Rachel Oakes, por sua vez, logo adotou os ensinos adventistas. Foi assim que o primeiro grupo sabatista veio a existir após o Grande Desapontamento.

Stephen Haskel (1833-1922)

S. N. Haskell
S. N. Haskell
Stephen Haskell foi um evangelista e administrador. Começou pregando para os Adventistas não-guardadores do Sábado na região da Nova Inglaterra em 1853, e, posteriormente, no mesmo ano, começou a guardar o Sábado. Após realizar trabalho de auto-sustento na Nova Inglaterra, ele foi ordenado em 1870, tornando-se presidente da Associação da Nova Inglaterra (1870-1876, 1877-1887). Em 1870, ele organizou a primeira Sociedade Missionária e de Tratados da Associação; e, subsequentemente, organizou sociedades semelhantes em várias outras partes do Leste dos Estados Unidos. Haskell foi, durante três mandatos, o presidente da Associação da Califórnia (1879-1887, 1891-1894, 1908-1911), e também da Associação do estado do Maine (1884-1886).
Em 1885, ele estava encarregado de um grupo que havia sido enviado para dar início à obra denominacional na Austrália e na Nova Zelândia. Em 1887, juntamente com outros três instrutores bíblicos, iniciou a obra Adventista em Londres, na Inglaterra. Haskell fez um tour mundial em favor da obra missionária em 1889-1890, no qual visitou a Europa Ocidental, o sul da África, a Índia, a China, o Japão e a Austrália.
Uma outra coisa em que Haskell foi um pioneiro foi na organização da primeira IASD de Afro-Americanos na cidade de Nova Iorque (1902). Ele liderou a obra de temperança no estado do Maine (1911), começou a imprimir livros para os cegos (1912), e auxiliou no progresso do Hospital Memorial White (1916). Seus escritos incluem: A História do Profeta Daniel, A História do Vidente de Pátmos, e A Cruz e Sua Sombra.

Urias Smith

Uriah Smith
Uriah Smith
Em dezembro de 1852, Urias Smith aceitou a mensagem ensinada pelos Adventistas guardadores do Sábado, e logo associou-se com a área de publicação dos crentes em Rochester, Nova Iorque. Por cerca de meio século foi ele o editor, ou parte da equipe editorial da revista denominacional, a Review and Herald. Smith foi o primeiro Secretário da Conferência Geral, iniciando em 1863.
Ele é mais melhor conhecido por seu livro: Pensamentos sobre Daniel e Apocalipse. Smith foi o primeiro professor do Colégio de Battle Creek.
Frequentemente andava mancando pelas ruas de Battle Creek, com sua bengala e perna artificial, pois havia sofrido uma amputação em sua adolescência.
W. A. Spicer nos fala de sua impressão acerca de Urias Smith: “Como menino, sempre senti um certo respeito ao passar pela sala editorial do irmão Smith, no antigo escritório da Review and Herald em Battle Creek, pois havia um lembrete na porta, escrito em tinta roxa-escura e letras grandes:
‘Sala do Editor.
Ocupado? Sim, sempre.
Se você tem algum problema,
Cuide do seu problema,
E deixe-nos cuidar dos nossos.’”
Smith era alguém que não parava. Embora estivesse ocupado nas coisas de Deus, e quisesse que cada pessoa se preocupasse com seus próprios problemas, ele era uma pessoa agradável e bondosa.

Goodloe Bell

Goodloe Harper Bell
Goodloe Harper Bell
Goodloe Harper Bell, primogênito entre 12 filhos, tornou-se professor aos 19 anos. Por excesso de trabalho, havia se internado no Western Health Reform Institue em Battle Creek em 1866, logo após sua reinauguração. Ali Bell aceitou a fé adventista do sétimo dia. Logo após sua recuperação em 1867, Bell deu início a uma escola privada para crianças adventistas do sétimo dia em Battle Creek. Seus alunos incluíam William e Edson White, filhos de Tiago e Ellen White, e os irmãos Kellogg, William e John Harvey.
Enquanto ensinava, Bell era também editor da revista Youth’s Instructor. Começando em 1869, tornou-se diretor do Departamento de Escola Sabatina em Battle Creek e serviu como tesoureiro da Associação Geral entre março de 1870 e fevereiro de 1871. Era um dos diretores do Instituto de Saúde. Em 10 de dezembro de 1871, Ellen White recebeu uma visão na qual lhe foi mostrado o professor “Bell em ligação com a causa e obra de Deus em Battle Creek”. Não é de se surpreender que Ellen White tenha escrito que “esperava-se mais do irmão Bell do que sensatamente se pode esperar de qualquer homem” (Testimony to the Church at Battle Creek, p. 8).

Pioneiros da Igreja Adventista do Sétimo Dia



O Homem por Trás da Máscara

O Homem por Trás da Máscara


Jesus, Impostor ou Messias?

Jesus, Impostor ou Messias?



O Universo esta Morrendo?

O Universo esta Morrendo?



Todos nós merecemos um impeachment

Todos nós merecemos um impeachment

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

EGW


Para aqueles que puderem baixe o aplicativo é muito bom!
https://egwwritings.org/

Esta disponível na Appstore e Playstore


For those who can download the app is very nice!
https://egwwritings.org/

Available: App Store and Play Store

Tks,
Nelson

EGWAPP




Caminho Estreito

Caminho Estreito




A Vitória da Igreja na Crise Final

A Vitória da Igreja na Crise Final



Primeiro Buscai

Primeiro Buscai



Revivamento e Reforma

Revivamento e Reforma

domingo, 16 de agosto de 2015





Interpretação Profética


Interpretação Profética

sábado, 15 de agosto de 2015



Encíclica Papal

Encíclica Papal



OS 4 CAVALEIROS DO APOCALIPSE (HISTORY CHANEL, NOTICIARIOS, EXÉRCITOS, POLÍTICAS, RELIGIÕES ETC)

OS 4 CAVALEIROS DO APOCALIPSE (HISTORY CHANEL, NOTICIARIOS, EXÉRCITOS, POLÍTICAS, RELIGIÕES ETC)



A Neutralização da Terceira Mensagem Angélica
A Neutralização da Terceira Mensagem Angélica

A Neutralização da Terceira Mensagem Angélica



Congresso MV

Congresso MV

quinta-feira, 13 de agosto de 2015



Proteção ao Domingo - Aliança Dominical Europeia

Proteção ao Domingo - Aliança Dominical Europeia



Na Mira da Verdade - Jesus é um anjo, uma criatura de Deus ou Ele é Deus? 21.08.2012

Na Mira da Verdade - Jesus é um anjo, uma criatura de Deus ou Ele é Deus? 21.08.2012

quarta-feira, 12 de agosto de 2015



Metamorfose parte 2

Metamorfose parte 2



Metamorfose parte 1

Metamorfose parte 1

Criacionismo


Como Hollywood está desconstruindo a religião da Bíblia

A adoração substituta
por Michelson Borges

Na Antiguidade, à medida que se afastava do Éden, a humanidade se distanciava também de seu Criador. Mas, como foram feitas por Ele e para Ele (Cl 1:16), as pessoas tinham dentro de si um vazio, um senso de transcendência que precisava ser satisfeito. Os que continuaram servindo e adorando o Deus verdadeiro desfrutavam a vida que Ele idealizou, completos nEle. Mas e os outros, os que deram as costas ao Senhor ou simplesmente não O conheciam? Buscaram paliativos para o vazio do coração. E assim surgiram os deuses criados à imagem e semelhança dos homens. Aconteceu com os babilônios, os egípcios, os gregos, os astecas, e outros povos. Mas hoje é diferente. Vivemos em uma sociedade secularizada, iluminada, desdeificada. Será mesmo? O fato é que o desejo intrínseco de adorar (algo ou alguém) permanece entranhado na natureza humana. Alguns se idolatram. Outros idolatram o poder, as riquezas, o prazer. Outros, ainda, adoram ídolos humanos alçados ao estrelado pela mídia. Mas e quanto aos deuses? Será que se extinguiram de todo? Estariam mortos, mais ou menos como na descrição feita pelo filósofo Friedrich Nietzsche da religião de seu tempo? Não. Os deuses ainda estão por aqui. E dispõem de uma grande máquina de propaganda para arrebanhar novos fieis e pregar sua religião.  

Hollywood e sua religião

A pregação dessa nova religião e desses novos deuses é feita de modo geral pela indústria cultural e, mais específica e eficazmente, por Hollywood, afinal, ela “praticamente monopolizou o mercado de cinema internacional”, conforme constatou Eric Hobsbawn, em seu livro Era dos Extremos.

Mas “Hollywood adotou a religião de maneira errada. Não é cristianismo, budismo, hinduísmo, judaísmo ou islamismo. É uma mistura de elementos daqui e dali: um pouco de reencarnação, uma pitada de espiritismo, um toque de ocultismo, uma insinuação de Bíblia, uma boa dose de misticismo oriental, uma grande porção de filosofia de autoajuda e sinta-se bem. Tudo isso é combinado em pacotes de filmes altamente emocionais e populares. E Hollywood está pregando a sua religião com mais energia do que muitas igrejas pregam a religião delas”, constatou Gary Krause, em artigo publicado na revistaSinais dos Tempos de setembro-outubro de 2003.

De fato, a doutrina hollywoodiana pode ser agrupada em três grandes áreas: espiritismo, secularismo e evolucionismo. É bastante fácil se lembrar de produções mais ou menos recentes que têm como pano de fundo uma ou mais dessas ideologias. No comecinho dos anos 1990, foi “Ghost, do outro lado da vida”, com seu espiritismo meloso e uma Demi Moore novinha que encantaram multidões. Depois disso vieram produções ainda mais espiritamente explícitas, a começar pelos títulos: “Ghost whisperer”, “Médium”, “Sobrenatural”, “Sexto sentido”, etc. Sem contar os voltados para crianças e adolescentes, como “Harry Potter” e “Crepúsculo”, exemplos de uma onda avassaladora que percorreu o mundo popularizando a bruxaria e o vampirismo.

Já o secularismo (grosso modo, a vida sem Deus) é promovido não apenas pelas produções, mas pelos próprios profissionais do meio. “Em 1998, uma pesquisa da Universidade do Texas com atores, roteiristas, produtores e executivos de Hollywood revelou que apenas 2% a 3% frequentavam cultos regulares em locais de culto, em contraste com os 41% entre o público geral. Em uma lista das ‘vinte pessoas mais influentes de Hollywood’, encontrei oito pessoas que expressavam claramente suas visões ateístas ou agnósticas, mas nenhuma que expressava opiniões cristãs claras” (Steve Turner, Engolidos Pela Cultura Pop, p. 218).

O ator Brad Pitt, criado em uma igreja batista do Sul, disse certa vez: “Quando me vi livre do conforto da religião, não foi para mim uma perda de fé, mas a descoberta do eu. Eu tinha fé de que era capaz de lidar com qualquer situação. Há paz em entender que tenho apenas uma vida, aqui e agora, e sou responsável por ela” (ibidem, p. 216). E ele não é o único a abandonar a fé para abraçar a carreira.

Detalhe: há mais norte-americanos frequentando a igreja do que a academia, mas os filmes os mostram mais em cozinhas, restaurantes e academias. Esse é claramente um reflexo do estilo de vida do pessoal de Hollywood. Parece até haver um pacto de não mostrar religião, a não ser quando for para reforçar certos estereótipos, como do crente obtuso e fundamentalista. Para ser justo, é bom registrar que padres e pastores até aparecem em filmes, mas, geralmente, apenas em casamentos e enterros.

Quanto ao evolucionismo, basta citar apenas um exemplo: os filmes dos X-Men. Superpoderosos, eles são considerados Homo superior, devido a mutações que os tornaram “melhores” que o Homo sapiens. Além desse pano de fundo darwinista, conforme destaca o pastor e líder de jovens Ericson Danese, “X-Men” é cheio de contextos escatológicos, como leis e decretos, cadastramento de mutantes, perseguição pelos “sentinelas” e títulos como “Complexo de messias”, “Dias de um futuro esquecido” e “A era do Apocalipse”. Seus personagens invertem conceitos bíblicos. Apocalipse (revelação de Jesus Cristo), nos X-Men, é o pior vilão que quer destruir e escravizar.

Um dos personagens mais populares do grupo é o Wolverine. Ele bebe, fuma, mata, bate em quem der vontade e se justifica dizendo que é seu temperamento. É impaciente, arrogante e violento, e seu último filme tem como título “Imortal”, contrariando a afirmação bíblica de que somente Deus tem a imortalidade (1Tm 6:16).

Cinema: o novo templo e seu estilo de vida

Não bastassem os conceitos antibíblicos difundidos pelas produções hollywoodianas (trataremos mais disso adiante), o ato de ir ao cinema encerra, em si mesmo, uma dinâmica que contribui para o afastamento da religião e para a satisfação do desejo inerente de relacionamento com o humano e o sagrado. Note alguns paralelos interessantes:

>> Antes de ir ao cinema, a pessoa se prepara. Coloca boas roupas. Há um verdadeiro ritual.
>> O ingresso, cuja compra contribui para a manutenção do local de exibição de filmes e para a própria indústria do cinema, poderia até mesmo ser comparado ao dízimo que os fieis devolvem a fim de manter as atividades de sua religião.
>> No cinema, assim como na igreja, ocorre uma reunião de pessoas diferentes num mesmo local. Cientistas descobriram que quando realizamos atividades sincronizadas, como recitar cânticos ou até mesmo caminhar lado a lado, acabamos nos sentindo mais conectados com as pessoas com quem estamos realizando essas atividades.
>> No cinema, entramos em contato com ideologias/doutrinas, geralmente de forma mais acrítica, devido a todo o aparato tecnológico que promove quase uma hipnose.
>> Existe manipulação das emoções.
>> Há uma satisfação do desejo de adoração (dos ídolos na tela).

Toda religião prega também um estilo de vida. Não é diferente com o cinema, afinal, como diz o título do livro de Richard Weaver, “as ideias têm consequências”. As ideias disseminadas pela maioria dos filmes de Hollywood levam ao desregramento, ao hedonismo, à intemperança e ao homossexualismo. E exemplos disso não faltam.

Segundo James Sargent, da Faculdade de Medicina de Dartmouth, nos Estados Unidos, a exposição a álcool no cinema foi responsável por 28% do início do consumo entre jovens e 20% da transição para o uso constante. Mais de 60% dos filmes de Hollywood exibem o produto de alguma forma. Atores e atrizes famosos volta e meia aparecem expelindo fumaça e glamourizando o tabagismo.

Além do cigarro e do álcool, o sexo sem compromisso e/ou deturpado também vem sendo glamourizado há um bom tempo nas telas. A responsável pela nova onda de perversão foi a escritora E. L. James, que lucrou 95 milhões de dólares entre junho de 2012 e junho de 2013 com seus livros da série Cinquenta Tons de Cinza. Somente nos EUA, foram vendidas 70 milhões de cópias em apenas oito meses. Para quem não leu e tem interesse numa história recheada de perversões e sadomasoquismo (espero que esse não seja você), vem aí o filme, cujo trailer foi assistido por milhões de pessoas na internet, batendo recordes.

Outros três filmes podem ser mencionados como exemplo dessa perversão cinematográfica: “Sexo sem compromisso”, “Ted” e “A filha do meu melhor amigo”. O título do primeiro é autoexplicativo. O segundo, o deputado Protógenes Queiroz ficou revoltado quando assistiu. Segundo ele, o filme “Ted” – que tem como ator principal um ursinho de pelúcia – passa a mensagem de que “quem consome drogas, não trabalha e não estuda é feliz”. Na semana seguinte ao protesto, “Ted” liderou as bilheterias brasileiras. Cigarro, álcool e alusões a sexo tomam conta da produção. No caso do terceiro filme, basta ler o subtítulo para ter uma ideia da barbaridade: “Sexo, traição e escândalo. Sinta-se em casa.”

Frequentemente, esse é o tipo de conteúdo (em doses homeopáticas ou cavalares) veiculado nas produções hollywoodianas. Quem assiste pode até inicialmente não concordar com os conceitos, mas o fato é que “uma mentira repetida mil vezes torna-se uma verdade”. Quem disse isso? Joseph Goebbels, ministro da propaganda de Hitler. E olha que eles convenceram quase toda uma nação a apoiar algo absurdo.

Ideias têm consequências – para um povo, para uma família, para a moralidade e/ou espiritualidade de alguém.

Super-heróis: os novos deuses

A nova onda de filmes de super-heróis, favorecida pelos modernos recursos de efeitos especiais, bebeu na fonte dos quadrinhos, e ali a exaltação dos novos deuses já vinha sendo feita há um bom tempo. Na verdade, alguns títulos de histórias em quadrinhos deixam evidente a mistura de conceitos bíblicos em suas tramas. Dois deles: “O Messias”, minissérie do Batman que fez muito sucesso no fim dos anos 1980, e “Kingdom come” (título que lembra o “venha o Teu reino”, da oração do Senhor), outra minissérie arrasa-quarteirão, ilustrada por Alex Ross (falarei dele mais adiante) e publicada em 1996 pela DC Comics. Essa série traz os principais personagens da DC em pinturas magistrais de Ross, que os trata como verdadeiros deuses.

Está ali o Capitão Marvel, cujo grito mágico – “Shazam” – é um acróstico que evoca Salomão, Hércules, Atlas, Zeus, Aquiles e Mercúrio, igualando o rei bíblico a personagens mitológicos. Tem também a amazona Mulher Maravilha. Criada em 1941 pelo psicólogo William Moulton Marston, ela é a embaixadora das amazonas da Ilha Paraíso (Themyscira), e foi enviada ao mundo humano para propagar a paz. Numa graphic novel dedicada a ela e intitulada “O espírito da verdade” (igualmente ilustrada por Ross), Diana reflete: “Heroína, semideusa, soldado, pacifista – eu sou todas essas coisas em parte, mas nenhum delas por inteiro.” O filme dela tem lançamento previsto para 2017.

E, claro, está ali também em “Kingdom come” o maior dos super-heróis: o Superman. Ele foi o primeiro super-herói dos quadrinhos e hoje é considerado um símbolo da cultura americana. O herói foi criado em 1938 pelos judeus Joe Shuster e Jerry Siegel, mas tem uma origem messiânica e inspiração claramente cristã. Numa graphic novel intitulada “Paz na Terra”, o personagem aparece como um verdadeiro messias, tentando acabar com a violência e a fome no mundo. Ele diz: “Pelo menos por hoje eles vão ver que alguém está olhando por eles. Alguém resolveu agir e, juntamente com a comida, trouxe esperança de dias melhores.” Numa das pinturas, em página dupla, o Superman voa com os braços abertos trazendo sobre si um vagão cheio de alimentos. Abaixo se vê o Rio de Janeiro e o Cristo Redentor, também de braços abertos, mas imóvel, impotente...


Esse aspecto messiânico do Superman fica ainda mais evidente quando se analisam alguns detalhes presentes tanto nas histórias em quadrinhos quanto nos filmes do personagem. Kal-El (já começa por El, que é um nome de Deus, em hebraico) é enviado à Terra pelos pais, adotado por um casal humano e inicia seu “ministério” por volta dos 30 anos. Mas tem mais: no filme “Man of Steel”, o pai de Kal-El diz à esposa: “Ele será um deus para eles.” E depois, numa projeção holográfica, diz ao filho: “Você pode salvar todos.” Em seguida, Superman abandona a nave em que estava e se lança no espaço, de braços abertos, tendo o planeta Terra ao fundo. Pensa que as “coincidências” terminam aqui? Nada.

Em 1992, numa grande jogada de marketing para vender gibis, a DC Comics mata o Superman, cujo corpo é amparado por Lois Lane numa cena claramente inspirada na Pietá, de Michelangelo. Mas é claro que Superman (que morreu para salvar o mundo de um poderoso inimigo chamado Apocalypse [!]) não permaneceria morto por muito tempo. No terceiro dia (sim, isso mesmo), ele ressuscita. Em 2006, vai para as telas num filme intitulado “Superman returns”. Realmente não é difícil perceber toda a religiosidade por trás de certos super-heróis. Aliás, o trio mais importante da DC – Superman, Mulher Maravilha e Batman – é chamado de Trindade!

Há também os super-heróis demoníacos. Spawn é um agente da CIA que morre, vai para o inferno, faz um acordo com o diabo e volta cheio de poderes para combater o crime (mais ou menos como o Motoqueiro Fantasma). Até o Homem-Aranha já se envolveu com o demônio. Com sua tia idosa baleada e à beira da morte, Peter Parker resolveu recorrer ao maligno em busca de cura. Após o pacto com Mefisto, toda a “realidade” foi modificada e fatos importantes da vida do Homem-Aranha foram completamente alterados. A tia do Aranha foi salva pelo demônio, mas o casamento de Peter com Mary Jane nunca aconteceu. O diabo é apresentado como tendo poder de mudar toda a realidade. Homem-Aranha também tem sido sucesso no cinema há mais de uma década.

“Watchmen” (2009) é outro filme que fez grande sucesso e é baseado numa graphic novel de Alan Moore e Dave Gibbons, publicada na década de 1980, sendo considerada um clássico dos quadrinhos adultos. A história se passa nos EUA  de 1985, durante a Guerra Fria. Mas o que chama a atenção, dentro do propósito deste artigo, é a declaração do diretor do filme, Zack Snyder: “Permanece a ideia do inimigo em comum das duas superpotências que estão na iminência de uma guerra nuclear que acabará com o planeta. E esse inimigo sendo Deus me pareceu uma ideia boa demais pra ignorar. ‘Deus nos traiu’, adoro isso.” Deus é o novo inimigo, os super-heróis são os salvadores da pátria.

E quando se fala em deuses e em amálgama de mitos com crenças, não se pode deixar fora o deus do trovão, Thor, que saiu da mitologia nórdica para as páginas dos quadrinhos da Marvel e de lá, também, para o cinema. Num anúncio do primeiro filme, podia ser lida a chamada: “A god is coming” (um deus está vindo). Mas o mais interessante é a trama: Loki, o deus traiçoeiro, adotado pelo pai dos deuses, Odin, usa de artimanhas e consegue fazer com que Thor, o filho legítimo de Odin, seja expulso do Céu, digo, de Asgard. O deus do trovão tem, então, que provar que é digno de voltar para a cidade dourada. Não parece uma paródia de mau gosto da história bíblica do grande conflito? 

Note o que disse o ator Tom Hiddleston, que faz o papel de Loki: “Os filmes de super-heróis oferecem uma mitologia moderna compartilhada e destituída de religião, por meio da qual as verdades podem ser exploradas. Em nossa sociedade cada vez mais secular, com tantos deuses e crenças diferentes, os filmes de super-heróis apresentam um retrato único em que nossas esperanças, nossos sonhos e pesadelos apocalípticos compartilhados podem ser projetados” (os grifos são meus).

No livro Nossos Deuses São Super-Heróis, Christopher Knowles diz que, “quando vê fãs vestidos como seus heróis prediletos em convenções de histórias em quadrinhos, você está testemunhando o mesmo tipo de adoração que havia no antigo mundo pagão, onde os celebrantes se vestiam como o objeto de sua adoração e encenavam seus dramas em festivais e cerimônias” (p. 36).

Para quem ainda duvida da invasão dos super-heróis nas telas e da legião de fãs que eles estão arrebanhando, fique sabendo que já há lançamentos de filmes programados até 2020, numa média de até cinco por ano!

Filmes bíblicos antibíblicos

Além dos deuses de roupa colada e músculos proeminentes, que resolvem tudo na pancada, há também os filmes que se aventuram em temáticas (que deveriam ser) bíblicas. É o caso de “Noé” que, de tão antibíblico, alguns chamaram de “Não é”. Só para você ter uma ideia:

>> “Noé” tem sonhos e alucinações que o levam a construir a arca.
>> O nome de Deus não é pronunciado. É sempre apenas “o criador”.
>> Anjos caídos são criaturas de pedra que ajudam “Noé” a construir a arca.
>> Tubalcaim entra na arca e faz conchavo com Cão.
>> Apenas o primogênito, Sem, leva para a arca a mulher, uma órfã adotada pela  família.
>> Cão é um rapazinho e foge dos pais para arranjar uma namorada para entrar com ele na arca. “Noé”, que era contrário à ideia, acabou criando uma rebeldia no filho.

Mas isso tudo ainda não é o pior. No filme, o “espiritual” é bom e elevado: é lá onde mora o deus inefável; e o “material” é ruim e inferior: é aqui, onde os nossos espíritos estão presos em carne material. Resumindo: de bíblico o filme não tem nada. Ele é gnóstico. E segundo essa visão de mundo, “nada é absolutamente mau; nada é maldito para sempre, nem mesmo o arcanjo do mal ou, como ele é chamado às vezes, a fera venenosa. Chegará um tempo em que até ele recuperará o seu nome e a sua natureza angelical”, segundo Adolphe Franck, no livro The Kabbalah.

A serpente é que estava certa o tempo todo. Esse “deus”, “o criador” da matéria, um deus mau, a quem eles adoram, está retendo para si algo que a serpente poderia lhes proporcionar: nada menos que a própria divindade. Por que será que “Noé” traz enrolada no braço a pele de uma serpente? O diretor Darren Aronofsky foi genial: conseguiu levar multidões aos cinemas (incluindo, claro, muitos cristãos) achando que iriam ver um épico bíblico, quando, na verdade, estavam tendo contado com ideologia gnóstica.

Falando em épico bíblico, o que dizer do recém-lançado “Êxodo – deuses e reis”? Apenas uma informação, para não nos estendermos mais aqui: no filme do ateu Ridley Scott, as águas que os hebreus atravessaram recuam devido a um tsunami previsto por “Moisés”! E Scott considera essa versão mais “realista” que a bíblica!

O que dizer de “Deixados para trás”, que ganhou um remake estrelado por Nicolas Cage? Não existe evidência bíblica alguma para a ideia da volta de Jesus invisível, nem para o arrebatamento secreto. Mas quantos dos que assistiram ao filme (ou leram os livros nos quais ele é baseado) sabem disso?

Cage parece gostar desse tipo de filme. Em 2009, foi lançado “Presságio”, também estrelado por ele. Note as curiosidades:

>> No filme, crianças começam a ouvir “línguas estranhas” e passam a agir como “profetas”, prenunciando tragédias em número crescente.
>> O pai de uma dessas crianças, cético e cientista do MIT, descobre uma profecia numérica cifrada e escrita 50 anos antes por outra criança. Quando a decifra, ele começa a crer em tudo, como uma espécie de novo convertido.
>> O personagem de Cage descobre que uma tempestade solar incinerará a Terra e procura salvar o filho.
>> Finalmente, descobre-se que os homens misteriosos que estavam enviando as mensagens aos “profetas” e que davam pistas para salvar essas pessoas são, na verdade, extraterrestres.
>> No momento da ascensão para a nave claramente inspirada no mecanismo de rodas mencionado pelo profeta Ezequiel (Ez 1:15-18), os “anjos” extraterrestres até exibem asas de luz.
>> Os escolhidos – as pessoas que eram capazes de ouvir a “língua estranha” – são arrebatados em naves espaciais. Os demais são deixados para trás.
>> Enquanto bilhões de seres humanos são queimados pelas labaredas solares, uma parte da humanidade aterrissa num planeta idílico e corre com roupas brancas em direção a uma... árvore cintilante! (Ap 22:1, 2).

Para encerrar esta pequena lista, apenas mais um filme catástrofe: “2012”. Um dos objetivos deste parece ser mostrar que a religião é inútil. Senão, veja só:

>> O Cristo Redentor é destruído por um tsunami gigantesco.
>> A cúpula da Basílica de São Pedro, no Vaticano, cai sobre fieis que rezam com velas nas mãos.
>> Uma rachadura no teto da Capela Sistina separa as mãos de Deus e do homem na famosa pintura de Michelangelo.
>> Monges budistas morrem atingidos no alto das montanhas por uma megainundação.

E no fim das contas, uma parcela da humanidade (a parte rica, evidentemente) se salva em enormes embarcações (arcas) de metal. Ou seja, o ser humano é quem salva a si mesmo da destruição “final”.

A religião da Bíblia

Mas, afinal, qual é a religião que Hollywood tem pouco a pouco desconstruído na cabeça de tantas e tantas pessoas? Esta: “Mantenham o pensamento nas coisas do alto, e não nas coisas terrenas” (Cl 3:2). A verdadeira religião do contato permanente com Deus. A religião que ajuda o ser humano a se “religar” ao Divino, ao Criador do Universo. A religião que nos faz ver que esta vida terrena não é tudo o que nos está reservado, e que viver não se resume a nascer, comer, crescer, procriar e morrer. Há muito mais do que isso!

A verdadeira religião nos aconselha a dedicar tempo a “tudo o que for verdadeiro, tudo o que for nobre, tudo o que for correto, tudo o que for puro, [e] excelente” (Fp 4:8). A desenvolver a “mente de Cristo” (1Co 2:16).

Mas é importante saber que “Satanás tem mil modos de desassossegar a mente. [...] Quanto tempo precioso é mal gasto, e que poderia ser empregado em estudar o Modelo da verdadeira bondade” (Ellen G. White, Mensagens aos Jovens, p. 271). “O amor sincero à verdade e a cuidadosa obediência às instruções do Espírito de Profecia serão nossa única proteção contra os enganos do inimigo, os espíritos sedutores e as doutrinas de demônios” (Testemunhos Seletos, v. 2, p. 69). “As trevas do maligno envolvem os que negligenciam a oração. As sutis tentações do inimigo os incitam ao pecado; e tudo isso por não fazerem uso do privilégio da oração, que Deus lhes conferiu” (Caminho a Cristo, p. 94).

Lembra-se do desenhista Alex Ross, que ajudou a revolucionar as histórias em quadrinhos e contribuiu grandemente para essa nova onda de exaltação dos novos deuses super-heróis? É ele quem diz: “Na adolescência, você precisa ter ordem em seu mundo, e os super-heróis têm isso, um senso de ética que nunca muda. [...] Eles tratam sucintamente com questões morais, de um modo que a religião não trata. Ou melhor, a religião trata, mas de modo muito mais complicado e geralmente confuso” (Chip Kidd e Geoff Spear, Mythology: The DC Comics Art of Alex Ross).

Ross é filho de um pastor protestante. Ao ler essa declaração dele, fiquei pensando no tipo de religião que lhe foi apresentado e no tipo de religião que tenho apresentado aos meus filhos. Se Ross chegou ao ponto de achar que os super-heróis tratam melhor do que a religião as questões relacionadas com moralidade, há algo de muito errado aí. Quem tem moldado a moralidade e a espiritualidade de nossas crianças e nossos adolescentes? Você está atento a isso?

Christopher Knowles faz um diagnóstico triste da situação nos Estados Unidos, que é também a de praticamente todo o mundo: “Nos EUA, a religião parece incapaz de proporcionar um mito viável de salvação nesses tempos de crise. Muitas das denominações tornaram-se pouco mais do que movimentos políticos mal disfarçados, interessados apenas em dinheiro e poder. Por outro lado, nossa cultura popular secular e exangue não tem mais espaço para o encantamento. Não é de surpreender, portanto, que filmes como Harry Potter, Guerra nas Estrelas e X-Men tenham aparecido para ocupar essa lacuna. Os super-heróis proporcionam uma fuga, mas de quê e para onde? Da mediocridade entorpecente da maior parte da vida moderna. [...] O mesmo impulso movimenta a crescente popularidade do Halloween entre adultos. As pessoas querem entrar no mundo mítico e tornarem-se outra pessoa, tentando se esquecer de seus problemas cotidianos” (Nossos Deuses São Super-Heróis, p. 238).

Precisamos encantar nossos filhos com o verdadeiro cristianismo, mas, para isso, devemos, antes, vivê-lo no dia a dia. Eles precisam contemplar em nós o resultado da íntima comunhão com Deus; o poder transformador do evangelho. Precisamos apresentar a eles o Cristo vivo que enche a vida de sentido, de paz, de alegria. Assim nossas crianças jamais serão tentadas a se voltar para os deuses de mentira em busca de algo que está tão perto delas.

Michelson Borges é jornalista, mestre em teologia e editor da revista Vida e Saúde

Criacionismo

Grandes Apostasias da Bíblia: Estilo de Adoração Egípcio | Jesus está voltando!



O pecado que Deus não pode perdoar

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terça-feira, 11 de agosto de 2015



O Retorno de Elias - As Mais Surpreendentes Profecias - Doug Batchelor

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Minha Experiência com os escritos de Ellen White – Centenário de Ellen G. White

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Centenário de Ellen White

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Grandes Apostasias da Bíblia: Estilo de Adoração Egípcio

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A pessoa do Espírito Santo

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Contagem Regressiva

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segunda-feira, 10 de agosto de 2015



Os Sete Selos

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O Perdão

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. LEI DOMINICAL E A FAMÍLIA.

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Bíblia Fácil Apocalipse - Três Anjos e suas Mensagens

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Marcos da Besta

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A Natureza humana de Jesus

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O Reino Final

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Contagem Regressiva para o Armagedon - As Mais Surpreendentes Profecias 

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